Rádio ALVORADA FM

Pesquisa qualitativa (Focus Group)
Programa: “Red pill”
Emissora: Alvorada
Data: 09.01.2025 (20h)
Qtde. Participantes: 6

PERFIL DEMOGRÁFICO DO GRUPO

  • A reunião foi realizada virtualmente na noite do dia 09.01.2025 (20h)
  • O grupo estava composto por 6 pessoas, sendo:
    – 4 Mulheres
    – 2 Homens
    – As idades estavam entre 34 e 65 anos

EPISÓDIOS OUVIDOS E DEVICE UTILIZADO

  • Os participantes do grupo ouviram entre 6 e 12 episódios do programa.

VERBATIM

  • 8 episódios. Escutei na programação da rádio e 6 mais ou menos pelo celular.
  • Eu ouvi 6 episódios completos e mais alguns que eu não consegui ouvir todos (completos).
  • 9 episódios no celular e não foi ao vivo.

AVALIAÇÃO – DO QUE GOSTOU

  • Os participantes do grupo gostaram do programa. O ponto principal (que gostaram) está na temática dos episódios.
    – A abordagem do feminicídio foi bastante mencionada.
    – A questão do dia internacional da mulher (data e significado).
    – Os participantes tinham conhecimento do tema (feminicídio), mas não da dimensão (números).
    – Outro aspecto mencionado foi o das mulheres negras e das diferenças salariais.
    – As músicas utilizadas para abertura e fechamento de cada episódio foram consideradas adequadas.

VERBATIM

  • Eu achei todos os temas muito interessantes, bem voltados para essa questão que a galera do red pill diz que não concorda. Achei que são temas muito interessantes para a pessoa saber do que se trata com relação à consciência negra, direitos das mulheres. Achei bem interessante o posicionamento das pessoas entrevistadas.
  • Porque assim, não me recordo qual episódio que falava do dia das mulheres. Foi o que mais me chamou a atenção. Sobre o que é comemorado hoje e o que realmente significa o dia das mulheres. Então, essa parte da explicação eu achei bem bacana.
  • Olha, eu gostei quando eles enfatizaram no feminicídio porque hoje o feminicídio é muito grande e eu não tinha ideia de tudo isso, de 1600 mulheres que morrem pelo feminicídio, então foi muito legal essa pauta deles para ver se as mulheres conseguem se alertar, correr atrás, denunciar, por a cara para a frente. Então, eu gostei muito deles terem pegado esse tema.
  • Quando falou também das mulheres negras, da consciência negra, porque realmente as mulheres negras é mais complicado de conseguir algum cargo dentro das empresas. Ainda hoje tem isso. Antigamente era um pouco mais, mas ainda hoje continua sendo. Gostei também dessa parte.
  • Na verdade, de todos que eu ouvi eu gostei de todos porque isso é uma luta das mulheres, não só da mulher negra, mas de todas as mulheres. Uma luta pela liberdade, pela emancipação e o que mais pega aí é a luta pela liberdade. Acho que hoje em dia tem muita coisa camuflada, cria-se uma lei, mas essa lei não é cumprida. A Mariele, a lei Lola, essa outra lei aí que o homem não pode chegar a 300 metros da mulher, mas o homem vai lá e mata uma atrás da outra e parece que fica por isso mesmo. Se você for analisar nós temos leis, mas elas não são cumpridas. É uma coisa mais para inglês ver.
  • O que eu mais gostei foi da briga, da luta pela liberdade, mas a gente tem muito o que fazer e se não tiver governantes, políticos interessados, você vai nadar, nadar e morrer na praia. Por tudo isso que eu vejo aí na televisão, a mortandade exacerbada pelo feminicídio. Precisava mudar muita coisa ainda.
  • Eu achei a parte das lutas, começando lá com as greves, o dia internacional da mulher, e a parte da violência contra a mulher, a física, a patrimonial, a psicológica, a moral, a sexual, é algo assim que muito ainda…falando de criação, alguns de nós vem de uma criação de pais possessivos que judiavam das mães, eu mesmo convivi com isso, a minha mãe basicamente sofria muita psicologia do meu pai (violência psicológica). Meu pai era bom com todo mundo, chegava em casa e era mau com ela. Não é mau agressivo, nunca vi meu pai bater na minha mãe, mas psicologicamente falando a minha mãe sempre vivia abalada porque era sempre (o pai) com palavras negativas.
  • Era uma coisa que veio lá de trás dos pais dele, uma coisa como se fosse passando de geração em geração.
  • Os homens começarem a criar esse respeito pelas mulheres que é algo muito gratificante porque os homens…
  • E a parte também da violência de gênero porque a gente vê muitas pessoas aí morrer por causa da masculinidade das pessoas, então eu achei…tudo o que fala da red pill com a violência de gênero é muito forte no dia de hoje. Ajudar a sociedade a respeitar mais o outro.
  • Olha eu achei interessante os 6 episódios que eu ouvi mas me chamou a atenção por ser mulher também a questão do feminicídio e achei interessante o depoimento da Ana Hickmann que ela sofreu uma violência e que ela não sabia como lidar com aquilo e que muitas vezes ela tentou procurar ajuda e que ela era julgada pelos outros, que eles tinham filho, que ela era sempre a errada e que ela não poderia fazer aquilo com a família dela e aquilo deixou ela apreensiva em procurar ajuda e isso acontece muito hoje em dia. Por isso temos tanto índice de feminicídio.
  • Também achei interessante o último episódio que eu assisti sobre mulher na política. O quanto tem de preconceito ainda na sociedade em deixar a mulher liderar, ser liberta.
  • Eu achei interessante o conteúdo que mostrou toda a trajetória da mulher desde lá do início e todo o processo que ela passou, mas um dos pontos que me chamou a atenção foi quando eles falaram dos casos dos massacres de Realengo e de Suzano. Suzano é uma região que eu conheço bastante e foi um caso que me chocou bastante e eles falaram do óbvio dos homens nesses massacres contra as mulheres. Eles machucavam e de fato era com intenção de matar, o ódio que eles tinham por serem rejeitados pelas mulheres. Algo interno deles, mas afetou no massacre. Algo que a mídia não divulgou e eu conheci de fato ao ouvir esses áudios (o programa). Então foi isso que mais me chamou a atenção quando eu ouvi.
  • Eu gostei das músicas que colocam no começo e que estão bem voltadas para os temas. Começa até com um clima legal porque vem falando sobre a luta das mulheres com a da ISA que é sobre empoderando a mulher.

AVALIAÇÃO – DO QUE NÃO GOSTOU

 

  • Não houve aspecto específico do programa que os participantes não tenham gostado.

VERBATIM

  • Sinceramente eu não me lembro de não ter gostado de alguma coisa. É uma luta que vem de muitos anos, de muito tempos. Eu compartilho, eu sou adepto dessa luta. Acho que o red pill (sic) está fazendo esse programa muito interessante e não tem alguma coisa que a gente não tenha gostado. Claro que tem algumas falas que a gente vê que é um pouco forçado, mesmo assim ainda é válido porque fala em defesa pela liberdade, pela luta, a quantidade de mulheres na política. Enfim, tudo isso eu acho que é necessário e tem que ser discutido porque a mulher é muito desvalorizada em termos de salário, de comparação salarial e as mulheres em tudo que elas fazem são melhores que muitos homens. Se eu vou na fila de um supermercado e tem um homem lá no caixa eu procuro onde tem uma mulher porque parece que os homens são mais devagar, conversa mais e a mulherada está ali, o negócio flui. Isso é só um exemplo. Em todas as coisas em que eu vejo a mulher se dedicando elas são excelentes, fora de série. Só não são valorizadas.
  • Não tenho o que reclamar de nenhum dos áudios que eu ouvi, achei todos interessantes, tudo muito bem colocado, tanto o começo dos áudios quanto o final, como são terminados. Como eles colocam o próximo episódio, qual o tema que vai ser, o que vão falar.
  • Olha, não posso dizer que eu não gostei porque o tema foi muito bem abordado, isso é uma coisa que acontece, então muita gente que escuta, os homens que escutam sabem a luta que é ser mulher hoje ainda mesmo com todo o empoderamento que teve que vem mostrando o que a mulher pode fazer, mas é sempre bom enfatizar para mostrar o sofrimento que é. Eu gostei de todos e foi muito bem abordado.
  • Não tem como falar que não gostou. Todos os episódios foram muito bem elaborados. Falou das babas negras que estavam lutando porque vieram na imigração, elas queriam direito salarial igual e até serem registradas porque muitas não eram registradas.
  • Foram temas muito bem abordados para ajudar as pessoas que têm dúvidas ou que são leigas no assunto.

FORMATO DO PROGRAMA

  • Os participantes do grupo apreciaram o formato do programa. Alguns aspectos apontados foram:
    – O fato de cada episódio ter início, meio e fim, i.E., Ter sequência, ser “organizado”.
    – A forma de abordagem foi considerada didática (no sentido positivo) por permitir que as pessoas entendessem.
    – O episódio começar e acabar com a mesma música.
    – As músicas também foram apontadas como importantes para “dar uma quebrada” na narrativa sobre o sofrimento das mulheres – “você começa ouvindo a música e termina com a música. Vem uma coisa calma, depois vem uma coisa mais brava e depois uma coisa calma de novo”
    – O uso das músicas teria servido para prender a atenção e fazer com que a pessoa refletisse sobre o que foi “ensinado” (caso da música no encerramento).

VERBATIM

  • O formato eu achei bem interessante principalmente porque inicia com uma música tema e alguns terminam com a sequência dessa música tema. Eu achei bem interessante.
  • Achei bom, não tenho o que reclamar do formato. Foi toda uma sequência. Foi tudo programado. Teve começo, meio e fim. Não foi desorganizado.
  • Formato eu gostei, da música como introdução. Até o ritmo, tinha músicas que eu também não conhecia. Eu gostei do ritmo da introdução. É gostoso ouvir. Eu comecei a relaxar e depois veio o áudio. Por mais que a gente veja que o tem é o sofrimento da mulher as músicas é algo que vem e que dá uma quebrada. Gostei sim.
  • Eu achei bem didático, gostei do jeito que eles abordam, gostei como colocaram os temas de um jeito que a pessoa entende melhor.
  • Como todos estão falando da música: realmente trás uma tranquilidade. Você começa ouvindo a música e termina com a música. Vem uma coisa calma, depois vem uma coisa mais brava e depois uma coisa calma de novo. 
  • Eu não sou contra o formato porque é difícil prender a pessoa hoje em dia para escutar uma rádio por causa da tecnologia, então se ficar muita falação…eu creio que essa forma é boa para abordar com uma música no começo e depois falar do tema e finalizar com uma outra música para a pessoa refletir no que foi ensinado. Dessa maneira eu gosto.

O QUE MAIS IMPRESSIONOU

  • O ponto que mais impressionou os participantes foi a violência do feminicídio.
    Alguns aspectos foram ressaltados:
    – A quantidade de mortos / o fato de morrerem de 2 a 3 mulheres por dia vítimas de feminicídio.
    – 72% Não denunciarem a violência sofrida por medo.
    – Foi falado que os agressores estariam perdendo o medo da lei (mesmo sendo presos, ao serem soltos alguns meses depois voltariam e se vingariam).

VERBATIM

  • A violência mesmo, a quantidade de mulheres que sofre, o feminicídio 72% não denuncia por medo. Então tem muito mais casos que a mulher espera o pior, tem que ter um homicídio dentro de casa para ela acordar. Então, essa parte ainda é preocupante.
  • Poderia o governo criar leis para que essas mulheres perdessem esse medo desses maridos agressivos que ficam judiando delas psicologicamente. Isso me espantou porque 72% é muito.
  • Foi o número de mortos, o feminicídio. A gente sabe que é grande o número de casos, eu não costumo assistir Tv mas a gente sabe que é grande mas a gente não tem noção em números. A gente questiona como é uma coisa que vai de geração em geração, passa o tempo e ainda temos muitos casos e parece que só vai aumentando cada dia mais, os agressores vão perdendo o medo da lei. Enfim, vê que não funciona e acabam cometendo o ato.
  • Foi o feminicídio porque muitas mulheres precisam ouvir para poder gritar, para poder pedir socorro. Eu assisto as notícias, mas não sabia que tantas mulheres estavam sofrendo feminicídio. É bem chocante isso, principalmente quando eles falaram a quantidade.
  • A questão do feminicídio é uma coisa que me chama a atenção até porque eu já tive casos na minha família e a questão abordada referente à diferença salarial de um homem branco até chegar a uma mulher negra foi um dado bem interessante que foi apresentado em um dos programas.
  • A questão do feminicídio porque eles mencionam que hoje morrem entre 2 e 3 mulheres por dia. Eu achei isso muito pesado. Acho que o índice já é pesado. Hoje com toda a segurança que a gente tem, com todas as leis que entraram a gente ainda está…a quantidade ainda é alta de mulheres que morrem.
  • O que mais me impressionou e impressiona e você ver que várias mulheres são enforcadas, esfaqueadas, é tiro, é muito mais do que 2 ou 3 mulheres por dia. Isso impressiona qualquer ser humano. Eu sou uma pessoa religiosa, eu parei de assistir alguns canais de televisão porque o sensacionalismo é muito grande e a matança é muito grande também. Vem o bruta monte e a mulher indefesa, é como se você estivesse matando um mosquito. É sem noção. Teria que ter leis mais severas que seja a favor da mulher seja da mulher branca, seja da mulher negra que elas talvez não se defendam por medo da violência, medo da represália que vem depois. Prende o cidadão hoje e depois de um mês, dois, três ele vai lá e mata a mulher, mata os filhos. Acabei de assistir isso outro dia, porque a mulher não queria mais ele, ele vai lá e mata a criança. Tem que ter leis mesmo, leis severas.

O QUE “DESCOBRIU” OUVINDO AO PROGRAMA

  • Os participantes do grupo “descobriram”, principalmente, os “números” (estatísticas) envolvidos – a maioria desconhecia.
    “Descobriram” também:
    – A questão envolvendo a data de comemoração do dia internacional da mulher.
    – A classificação das agressões em física, patrimonial, moral e a sexual.

VERBATIM

  • Sim, a quantidade de mulheres. Em 2022 falaram em 1400 mulheres. Acho que foi no episódio 3 que falaram que em 2022 foram 1400 mulheres. Esses são os casos que foram apresentados porque são muito mais do que isso.
  • Uma eu já falei que o Dia Internacional da Mulher foi criado pela ONU em 1975 e a outra que é a lei Lola que é o crime contra a mulher na internet que foi criada em abril de 2018. Muitas mulheres o marido tem algum vídeo, aí larga dela e joga na internet para denegrir a imagem dela e aí acaba com a moral, com o caráter de uma mulher que serviu aquele homem durante algum tempo e aí a revolta dele vai e expõe ela para toda a sociedade ver na internet.
  • O interessante também é no episódio 7 que a advogada criminal começa a separar a agressão física, patrimonial, moral e a sexual
  • Eu achei bacana esses 3 itens.
  • O episódio que eu ouvi falando sobre a política, que as mulheres que foram eleitas foram muito poucas. Nas propagandas eleitorais a gente vê bastante mulheres só que para serem eleitas é mais complicado. Não sabia que eram tão poucas mulheres que são eleitas.
  • Essa lei, a Lola eu não tinha conhecimento então serviu como aprendizado mesmo e eu não sabia do dia internacional da mulher, a gente sabe que tem o dia 8 de março, mas pela história que eles contam teve uma briga para mudar, mas ficou esse dia 8 de março que foi quando teve a briga das mulheres. Isso de ter feito a mudança na data foi uma coisa que eu aprendi.
  • A gente sempre tem noção de dados, mas não exatamente do que são, então como eu falei anteriormente da diferença salarial que tinha e que ainda tem entre um homem branco e uma mulher negra no mesmo cargo, a diferença salarial é de praticamente 50%. Achei essa questão de colocar os dados muito interessante.
  • Eu descobri que eu não sabia anteriormente com relação à luta com o dia comemorado. Sempre soube que era dia 8 de março, mas eles falam que tinha um calendário russo, uma coisa assim, que era uma outra data e que…eram 2 calendários e quando aconteceu era num calendário e depois ficou o calendário de um outro país que era o dia 8 de março. Eu não sabia disso.

AVALIAÇÃO – O QUE PODERIA MELHORAR

  • Duas oportunidades de melhoria foram mencionadas:
    – Incluir “histórias de superação” para cada caso mencionado para mostrar que é possível superar / vencer.

VERBATIM

  • Não sei. Não consigo pensar. Foi legal de escutar embora sejam notícias ruins, mas foi algo tão interessante que eu não consigo imaginar algo para melhorar. Foi muito bom ter novamente essa conscientização que a gente tem que não consigo pensar no que poderia melhorar.
  • Não tenho o que falar sobre o que fazer diferente. Acho que foi bem didático como eu já havia falado. Dá para prestar atenção, entender sobre o tema que foi muito bem abordado, as entrevistas foram muito legais, a advogada que falou sobre a juíza. Não tenho uma crítica ou alguma coisa para acrescentar.
  • Eu não mudaria nada além daquela questão da quantidade de músicas. Acho que estão no caminho certo, tem que ir buscar mesmo.
  • Olha, com relação à crítica eu não tenho. Eu gostei do conteúdo, gostei do formato, achei interessantes os temas abordados por eles.

PROGRAMAS SEMELHANTES

  • Outros programas foram citados como “semelhantes” em função da temática, quais sejam:
    – Um programa que falava de feminicídio na rádio band fm.
    – Programa ouvido pela manhã em uma “rádio conhecida” – não lembra se band, jovem pan ou transcontinental.
    – Alguma matéria na tv cultura / programa roda viva da tv cultura.
    – Jornal do sbt.
    – Jornal da record.

VERBATIM

  • Já, eu gosto bastante de ouvir rádios então estou sempre caçando coisas diferentes principalmente nesse tema de empoderamento. Eu ouvi um programa parecido falando de feminicídio na rádio Band FM.
  • Não, que eu me lembre não. Ah, já ouvi pela manhã numa dessas rádios bem conhecidas, não sei se foi a Band ou a Jovem Pan ou a Transcontinental. Foi uma coisa pela manhã.
  • Já sim. É um tema bem comum de se falar nos programas de televisão. Eu já escutei sim. Tem uma rádio que fala bastante sobre isso que é a Jovem Pan, de vez em quando a noite eles falam sobre alguns temas diversos e já falaram de feminicídio, das conquistas das mulheres.
  • Na Tv provavelmente foi na Cultura que eu assisto bastante. Devo ter visto lá.
  • Não. Não tenho o hábito de assistir televisão por incrível que pareça. Hoje eu assisto muito podcast. Até o momento não assisti nenhum que aborde temas assim. Acredito que deva haver, mas não tive a oportunidade de assistir.
  • De rádio não. Na televisão sim. Sempre acompanho o jornal e sempre fala de feminicídio, de pessoas que mataram companheiros ou companheiras, mas de rádio só escutei na rádio Alvorada mesmo. Sempre gosto de assistir o Jornal da Record.
  • O do SBT eles também estão sempre comentando pela manhã também quando tem um feminicídio.
  • Programa parecido não, mas já vi uma matéria sobre esse tema na Patrícia Poeta teve um programa dela que passou sobre feminicídio e eles discutiram o tema lá mas foi pouca coisa. E na Tv Cultura também, não sei se é na Tv Cultura que tem um programa chamado Roda Viva. Tinha uma pessoa no centro lá sendo entrevistado e o tema era feminicídio. Isso foi em meados do ano passado. Não sei te precisar quem foi o entrevistado e se o programa era só disso.

SUGESTÕES DE TEMAS (NOVOS PROGRAMAS)

  • Temas foram sugeridos para futuros programas da emissora
    – Tráfico de pessoas
    – Programas para mais jovens sobre internet
    – O fato de conseguirem hackear senhas de contas
    – Conscientização quanto ao uso adequados das telas (tanto do celular quanto da tv).
    – Neurodivergentes
    – Moedas / criptomoedas
    – Investimentos
    – Bolsa de valores
    – Tesouro direto
    – Histórias de superação / motivação – “para mexer com a mente do brasileiro, acho interessante, histórias de motivação”

VERBATIM

  • Sobre tráfico de pessoas, eu assisti aquele filme “O som da liberdade” e a gente vê ele falando sobre o trafico de pessoas que a gente não tem noção do quanto ele acontece no nosso dia a dia e é um tema muito importante até para chamar a atenção de autoridades. Pessoas desaparecem, é muita gente e a gente não tem noção, não tem notícia.
  • Abordar mais jovens mesmo porque eles precisam aprender muito ainda, o mundo de hoje está bem diferente do que era antigamente, então deviam enfatizar mais os jovens com assuntos que são mais falados: internet que continua forte, os hatters, senhas de conseguirem hackear contas.
  • Também seria algo relacionado com essa nova geração depois da pandemia ficou tudo muito virtual, a gente não sai mais de casa, não tem aquela coisa “vamos em tal lugar”, não tem mais então teria que ter uma conscientização referente ao uso adequados das telas, tanto celular quanto televisão. Uma conscientização nesse tema.
  • Neurodivergentes é um tema interessante porque existem diversas abas para abordar, essa questão da tecnologia é um tema interessante para se abordar desde o começo da tecnologia até onde a gente chegou hoje, dinheiro mesmo, como estão girando as moedas, tem tantas moedas novas que estão sendo jogadas aí e o pessoal não sabe o que são essas moedas, criptomoedas.
  • Bolsa de valores, investimento, tesouro direto, investimentos.
  • Com relação a locutores jovens vai demandar cursos, investimento, é complicado mas até então é isso.
  • Esse ponto dos locutores jovens não está escasso, é só questão de oportunidade, de dar oportunidade.
  • Eu sou mais assim mexer com a mente do brasileiro, acho interessante, histórias de motivação, homens que venceram, mulheres que venceram, que passaram por deserto, por tempestade, para ajudar o ser humano a ser melhor. Um exemplo sobre drogas, sobre destruição de família. Ajudar o ser humano a ter esperança com essas histórias.
  • Eu assisto programas assim, eu vi o de um rapaz que é pedreiro e sem braço. E esses jovens reclamando e tendo as duas pernas e os dois braços. Então, colocar umas histórias dessas para focar e sair das drogas.

“CONSELHO(S)” QUE DARIA PARA A EMISSORA (GERAL)

  • Também foram dadas sugestões e conselhos genéricos para a emissora:
    – Ter uma linguagem mais jovem / voltada para a juventude
    – Ter locutores ao vivo
    – Um jornalismo descontraído / um quadro para descontrair à exemplo do que faz jovem pan, danilo gentili etc.

VERBATIM

  • Uma linguagem mais voltada para a juventude, a adolescência que é o futuro.
  • Locutores ao vivo, mas está escasso nos dias de hoje. Seria bacana ter um locutor ao vivo brincando, mas hoje é difícil. Antigamente fazia por amor, mas hoje está escasso porque querem recompensa. A não ser que seja filho de um locutor que quer levar adiante o legado do pai.
  • Não desistirem da rádio, e buscar sempre inovar, não deixar que estagne, que fique na mesma.
  • Um quadro para descontrair. Eu gosto muito da Jovem Pan porque tem o Emílio, tem o pessoal que faz uma parte jornalística descontraída. Estão falando sobre um tema sério, mas eu acabo rindo com eles também. Talvez um quadro que faz a pessoa rir. O Danilo Gentile tem essas coisas também, algo que vem para descontrair a gente.
  • Nenhum.
  • Para eles nunca desistirem e que coloquem mais jovens para falar, colocando jovens para falar atrai mais jovens e eu acredito que hoje a quantidade de jovens é muito grande.
  • Usar locutores mais jovens
  • Com relação a locutores jovens vai demandar cursos, investimento, é complicado mas até então é isso.
  • Esse ponto dos locutores jovens não está escasso, é só questão de oportunidade, de dar oportunidade.
Divulga RadCom Sp