Rádio ALVORADA FM

PESQUISA QUALITATIVA (FOCUS GROUP)
PROGRAMA: “Os desafios da Neurodiversidade”
EMISSORA: RÁDIO ALVORADA
DATA: 22.01.2026 (20HS)
QTDE. PARTICIPANTES: 7

PERFIL DEMOGRÁFICO DO GRUPO

  • A REUNIÃO FOI REALIZADA VIRTUALMENTE NA NOITE DE 22.01.2026 (20Hs)
  • O GRUPO ESTAVA COMPOSTO POR 7 PESSOAS, SENDO:

    – 6 MULHERES

    – 1 HOMEM

    – AS IDADES ESTAVAM ENTRE 16 E 41 ANOS

EPISÓDIOS OUVIDOS E DEVICE UTILIZADO

  • TODOS OS PARTICIPANTES DO GRUPO OUVIRAM A TOTALIDADE DOS EPISÓDIOS (12).
  • A MAIORIA UTILIZOU O TELEFONE CELULAR, MAS HOUVE QUEM ESCUTASSE UTILIZANDO TABLET OU NOTEBOOK.
  • UM PARTICIPANTE OUVIU OS EPIÓDIOS NA MEDIDA EM QUE “IAM AO AR”. OS DEMAIS OUVIRAM POSTERIORMENTE.

VERBATIM

  • Eu ouvi os 12 episódios pelo celular e ouvi na época em que estavam sendo lançados. Eles iam sendo lançados e eu ia escutando.
  • Eu escutei todos os doze, mas escutei pelo tablet, não foi pelo rádio e nem pelo celular. Posteriormente quando já estavam gravados.
  • Escutei pelo celular, posteriormente e escutei todos os episódios também (12).
  • Escutei pelo notebook e posteriormente, não foi ao vivo não. Todos (12).
  • Pelo celular, os 12 programas e eu ouvi posteriormente.
  • Eu ouvi os 12 episódios e foi posteriormente. Meu celular.
  • Celular, posteriormente. Todos (12).

AVALIAÇÃO – DO QUE GOSTOU

  • OS PARTICIPANTES DO GRUPO GOSTARAM DOS EPISÓDIOS DO PROGRAMA EM FUNÇÃO DO CONTEÚDO. OS ASPECTOS MENCIONADOS FORAM:
  • PROGRAMA TROUXE INFORMAÇÕES SOBRE AUTISMO E DEPRESSÃO QUE DESCONHECIAM.
  • POSSIBILITOU ENTENDER O QUE É NARCISISMO.
  • DEU UMA VISÃO DIFERENTE / CORRETA SOBRE AUTISMO.
  • POSSIBILITOU ENTENDER OS TEMAS APRESENTADOS PARA PODER AJUDAR / APOIAR PESSOAS.
  • A EXPLICAÇÃO DADA SOBRE CADA DIAGNÓSTICO.
  • EPISÓDIO SOBRE TDH / GOSTOU EPISÓDIO SOBRE TDH POR MORAR EM LOCAL COM MUITAS CRIANÇAS.
  • EPISÓDIO SOBRE ANSIEDADE POR CONVIVER COM ISSO DIARIAMENTE.

VERBATIM

  • Eu gostei bastante de todos os episódios porque tinha bastante coisas que eu não sabia: autismo, depressão.
  • Eu gostei de todos os episódios e o que eu mais me interessei foi o do autismo. Eu achava que as pessoas já nasciam com esse diagnóstico e não que tinha que ser estudado mais profundamente e tudo o mais.
  • Eu achei bem interessante, todos os episódios abordam temas importantes. Tem alguns temas que eu nem sabia que existiam. Tinha uma mentalidade que era diferente, no caso. O que mais me chamou a atenção foi o do narcisista porque eu tinha uma impressão de que o narcisista era uma pessoa totalmente diferente do que eu vi no episódio. Eu tinha a impressão de que era uma pessoa controladora, mas vai muito além do que eu imaginava.
  • Todos me chamaram bastante a atenção.
  • O autismo eu também tinha uma visão de que nascia com isso, mas tem outras coisas mais.
  • Dos temas abordados porque são assuntos muito importantes para a nossa convivência. Várias pessoas sofrem com a maioria desses assuntos e é bom a gente saber como funciona, como é que ocorre, para a gente poder também apoiar as pessoas.
  • Eu gostei bastante do episódio sobre a depressão e gostei de como é explicado cada diagnóstico: do tempo que tem que passar, as análises. Foi o que eu mais gostei de entender, o tempo que tem o transtorno para ser diagnosticado.
  • Eu gostei mais do TDH. Explicou bastante e para quem assiste abre bastante a mente porque hoje em dia muitas crianças são diagnosticadas dessa forma, antigamente você não ouvia falar. A criança nascia e só falava que era hiperativa, geralmente falava “essa criança não para quieta”. Hoje em dia esse diagnostico de TDH 1, 2 chamou a minha atenção.
  • Olha, eu gostei de todos. O que me chamou mais a atenção, porque eu moro em prédio e tem bastante criança, foi o do TDH. Gostei porque fala de como pode ser o tratamento.
  • Eu gostei mais do episódio que fala de ansiedade porque atualmente nós adolescentes e adultos estamos dentro de uma sociedade que convive muito com a ansiedade. Eu sou uma pessoa que convivo com a ansiedade diariamente e sei o quão difícil é para as pessoas dentro da sociedade lidar com o julgamento e a ansiedade em si que é um transtorno que prejudica a gente em muitas áreas da nossa vida e acaba dificultando a nossa convivência dentro da escola, pode ser no trabalho, socialmente falando, dentro de casa mesmo, sabe. Então acho que o episódio abre a visão das pessoas sobre a forma como a gente vive e a forma como as pessoas podem enxergar a gente a partir do nosso ponto de vista e a partir do que a gente passa e vive dentro desse transtorno por causa que a ansiedade é um transtorno que influencia em todas as áreas da nossa vida seja você um adolescente, um adulto, um idoso. Qualquer idade, pessoa, classe social pode estar ali e estar desenvolvendo esse transtorno. Quando a gente tem acesso a um podcast que mostra isso, as dificuldades que a gente tem no dia a dia faz com que seja mais leve a nossa forma de viver e o julgamento diminua por causa que todos os transtornos sofrem muito com julgamento porque nem todo mundo tem a mente aberta para entender como acontece, como funciona, os tratamentos que têm. Não é todo mundo que está disposto a procurar saber e respeitar quem tem (o transtorno), então eu acho importante ter esses episódios.

AVALIAÇÃO – DO QUE NÃO GOSTOU

 

  • DE UM MODO GERAL OS PARTICIPANTES NÃO APONTARAM ASPECTOS QUE NÃO TIVESSEM GOSTADO NOS EPISÓDIOS, EXCETO:- A INTRODUÇÃO – O EPISÓDIO DEMORARIA MUITO PARA TER INÍCIO EM FUNÇÃO DELA.

VERBATIM

  • Acho que não teve nada específico que eu não gostei nos episódios. Todos os episódios foram, para mim, muito agradáveis de escutar.
  • Muito difícil falar do que eu não gostei porque é muito bem explicado e teve muita atenção em tudo.
  • Acho que eu não gostei da introdução só. Porque demorava muito para começar e nos intervalos entre uma explicação e outra (falas) tinha uma música muito alta. Dos episódios em si não tem o que eu não tenha gostado porque eu achei muito acessível para as pessoas que precisam entender cada tido de
    transtorno mental, cada tipo de neurodivergência.
  • É difícil falar algum episódio que eu não gostei porque eu achei muito explicativo para as pessoas que não têm informações básicas sobre essas neuro divergências.
  • Eu vou acompanhar as meninas porque eu gostei do tema TDH. Foi tudo na base do conhecimento, não tenho o que falar. Para mim a maioria do que passou é novidade, uma forma de conhecimento.
  • Impossível dizer algo que não gostei. Todos eles (episódios) são muito informativos, explicam para quem não tem conhecimento. Nós, como sociedade, temos que ter acesso a esse tipo de conhecimento como forma de informação, não é só para mim, mas no meu círculo, no meu ambiente familiar, é para ser pauta num encontro de família, num almoço de domingo porque é algo que está hoje nítido na sociedade.
    Antigamente a gente não tinha, existiam esses transtornos só que não eram identificados. Hoje tem a identificação e a informação para a gente.
  • Olha eu também não tenho o que falar. Todos os episódios estavam bem explicados, bem acessíveis, acho que todo mundo tem que ter esse conhecimento. Não tenho do que reclamar.
  • Bom, a respeito dos temas abordados e das explicações eu não tenho nada a falar, tudo perfeito, impecável. Só teve uma coisinha que me incomodou que foi no último episódio, no 12º que era sobre as convulsões, a epilepsia, quando o doutor estava explicando estava um pouquinho difícil de ouvir, estava um pouquinho abafado.

FORMATO DO PROGRAMA

  • O FORMATO DO PROGRAMA FOI APRECIADO PELOS PARTICIPANTES DO GRUPO. OS ASPECTOS APONTADOS FORAM:

    – PROGRAMA SER “BEM DIVIDIDO” (CADA EPISÓDIO ABORDAR UM TEMA).

    – INTRODUÇÃO SER BEM FEITA.

    – NÃO UTILIZAR “PALAVRAS DIFÍCEIS” NA COMUNICAÇÃO COM OS OUVINTES / PALAVRAS SÃO “FÁCEIS DE ENTENDER”.

    A LINGUAGEM SER ACESSÍVEL PARA DIVERSOS PÚBLICOS – “DESDE O MAIS INTELIGENTE ATÉ O COM MENOS INFORMAÇÃO”

    – MÉDICO NÃO UTILIZAR “PALAVRAS DIFÍCEIS”

    – FORMA COMO O “DIAGNÓSTICO” FOI EXPLICADO.

    – POR PRENDER A ATENÇÃO.

    – TER UMA EXPLICAÇÃO NO COMEÇO E DEPOIS TRAZER UM ESPECIALISTA.

VERBATIM

  • Eu achei um ótimo formato: tudo bem dividido, tudo certinho, a introdução bem feita, cada episódio para cada tema, ser bem explicado. O formato muito bacana para você escutar porque você ouve cada um de uma vez.
  • Muito interessante a forma como ele se comunica com os telespectadores (sic), ele não usa palavras difíceis. Tudo o que ele fala você consegue entender normalmente. A introdução, a forma como ele explicam, a forma como ele explica como dar um diagnóstico.
  • Achei bem explicado, as palavras estão bem acessíveis para todo mundo entender, então está um formato bacana.
  • Eu gostei ainda mais porque eu sou uma pessoa que gosta de ouvir enquanto faz as coisas, então por ele ser de áudio e não de vídeo eu até gosto mais, eu prefiro.
  • Eu gostei bastante porque ele aderiu a uma linguagem que qualquer pessoa desde o mais inteligente até o com menos informação consegue absorver, consegue entender o que ele passou, o conhecimento, a forma como ele abordam o assunto consegue prender a nossa atenção quando está explicando.
  • Eu achei o formato muito interessante tanto ter a explicação no começo do episódio como na metade trazer um especialista para uma explicação mais aprofundada.
  • Eu gostei. Bem informativo, quando vem o doutor para explicar ele não usa palavras difíceis.

O QUE MAIS IMPRESSIONOU

  • OS PONTOS QUE MAIS IMPRESSIONARAM OS PARTICIPANTES DO GRUPO FORAM:

    – ABORDAR UM ASSUNTO QUE NÃO ESPERAVA: O RACISMO.

    – O EPISÓDIO QUE FALA DE RACISMO E EUGENIA.

    – FALAR SOBRE AS PESSOAS QUE TIVERAM PERDA / LUTO.

    – A AMPLITUDE DOS TRANSTORNOS (UM TRAUMA PODE SE TRANSFORMER NUM TRANSTORNO).

    – O EPISÓDIO SOBRE EPILEPSIA E CONVULSÕES POR MOSTRAR QUE AS CRISES “ACONTECEM DO NADA”.

    – EPISÓDIO SOBRE TDH.

VERBATIM

  • Um assunto que eu achei que não seria abordado foi sobre o racismo. Eu gostei, é um assunto que a sociedade precisa ter a informação.
  • Achei bem bacana a parte que aborda as pessoas que tiveram perda, luto.
  • A amplitude dos transtornos. Eu não sabia que trauma, p.ex., poderia se transformar num transtorno. São tantos (transtornos) que eu acho que foi isso que me impressionou.
  • Foi a questão do estresse pós-traumático por que muitas pessoas passam por essa situação e eu não sabia que isso pode se transformar num transtorno. Seu vizinho pode estar passando por isso ou você mesmo e você não sabe que é um transtorno.
  • O episódio que fala sobre racismo e eugenia por eu ser uma mulher negra. Eu não sabia que na antiguidade eles achavam que só o pessoal branco poderia se reproduzir.
  • O último episódio que abordava a epilepsia e as crises de convulsão. O doutor fala que as crises epiléticas acontecem do nada e as pessoas que sofrem disso ficam isoladas, com vergonha de sair, disso acontecer e de não receber apoio das pessoas.
  • Vou continuar com esse do TDH. Vou até citar um exemplo: eu pegando o metrô num desses dias eu reparando que eu vejo toda vez pessoas com aquele cordãozinho com o símbolo do girassol. Eu cheguei em casa e falei para minha filha: já reparou que as deficiências cada uma tem um significado, qual o significado do girassol aí minha filha falou que quando a pessoa usa o girassol é porque ela tem um transtorno não identificado. Aí quando eu ouvi o programa fiquei com isso na cabeça porque muita gente desconhece o transtorno que tem.

O QUE “DESCOBRIU” OUVINDO AO PROGRAMA

  • ALGUMAS DESCOBERTAS FORAM FEITAS PELOS PARTICIPANTES, QUAIS SEJAM:

    – O FATO DE HAVER “PESSOAS COM DEFICIÊNCIA” QUE NÃO IDENTICIAM O QUE TÊM.

    – QUE O RACISMO CONSIDERAVA QUE NEGRO NÃO PODERIA SE REPRODUZIR.

    – QUE A BIPOLARIDADE É MAIS PROFUNDA DO QUE PARECE.

    – AUTISMO E NARCISISMO TEREM PONTOS ALÉM DO QUE SE IMAGINA.

    – UM TRAUMA PODE SE TRANSFORMAR NUM TRANSTORNO.

    – QUE UM TRATAMENTO ADEQUADO PODE EVITAR / DIMINUIR AS CONVULSÕES.

VERBATIM

  • Que tem gente que tem uma deficiência e que não consegue identificar que tem. Ela só consegue identificar quando ela vai ao médico e ele dá um diagnóstico.
  • Do racismo, que antigamente a gente não servia para a reprodução, ou seja, o racismo já vem de muito antes.
  • Não tem nada, eu só vi mais a fundo sobre o transtorno da bipolaridade. A gente acha que é só a pessoa estar feliz e triste a partir do nada, mas é tudo mais do que parece.
  • Eu sabia de todos os temas alguma coisinha ou outra, mas vai muito mais além, tem muitas coisas que a gente não sabia e ficou sabendo através do podcast. Bem interessante.
  • A questão do narcisismo que tem outros pontos que não é só ser uma pessoa abusivas, o autismo que vai muito além do que a gente imagina.
  • O trauma, eu não sabia que poderia se transformar num transtorno.
  • Todos os assuntos eu conhecia só de nome e principalmente na coisa da convulsão. Eu não sabia que existiam vários tipos de convulsão. Que a pessoa que sofre perde a consciência, a contração do músculo e que para ela ter o diagnóstico ela precisa ter duas crises num intervalo de 24 horas. Era algo que eu não sabia.
  • As convulsões também, que com o tratamento adequado você consegue evitar de ter mais crises, de
    serem menos perigosas as crises. Eu não sabia que tinha tratamento para você controlar.

AVALIAÇÃO – O QUE PODERIA MELHORAR

  • AS OPORTUNIDADES DE MELHORIAS MENCIONADAS FORAM:
    – PROGRAMA DEVERIA TER MAIOR DIVULGAÇÃO PARA MAIS PESSOAS TOMAREM CONHECIMENTO.

    – ÁUDIO COM ESPECIALISTA DEVERIA SER MENOS “ABAFADO” – ELE ESTARIA FALANDO COM O MICROFONE MUITO PERTO DA BOCA.

    – ABERTURA DE CADA EPISÓDIO DEVERIA SER MAIS CURTA.

VERBATIM

  • Divulgar.
  • O volume porque a gente tem que ficar aumentando e diminuindo o volume entre narrativa e o volume do especialista falando.
  • Divulgar seria importante para que mais pessoas tomassem conhecimento ouvindo o programa.
  • Uma música um pouco mais calma e um áudio com o especialista menos abafado.
  • A mesma coisa que eu falei anteriormente: no último episódio o áudio do especialista estava um pouco ruim de entender.
  • A abertura de cada episódio poderia ser mais curta, focar mais direto no assunto.
  • Basicamente eu concordo com tudo o que eles falaram.
  • Diminuir um pouco o volume da música.
  • A música tem um volume muito alto (entre uma fala e outra) e a introdução é muito longa.
  • O áudio do especialista estava me incomodando muito, estava muito abafado. Ele estava falando com o microfone bem perto da boca, estava assoprando. Dava nervosismo de ouvir aquilo.
  • Tinha que diminuir o tempo do intervalo quando trocava de um assunto para o outro.
  • O especialista falava e parecia que estava tapando a boca dele.

PROGRAMAS SEMELHANTES

  • DE UM MODO GERAL OS PARTICIPANTES NUNCA OUVIRAM PROGRAMAS SEMELHANTES.
  • ENTRETANTO UM PARTICIPANTE MENCIONOU PROGRAMAS NO YOUTUBE COM ALGUNS DOS TEMAS (ANSIEDADE E DEPRESSÃO).
  • OUTRA PARTICIPANTE MENCIONOU QUE UM PROGRAMA (VIVI, YOU KNOW ME ) SERIA PARECIDO.
  • UM OUTRO PARTICIPANTE MENCIONOU QUE HÁ PROGRAMAS SOBRE ESPORTES (NO TNT) COM A ESTRUTURA PARECIDA – “ELES COMEÇAM FALANDO E DEPOIS TRAZEM ESPECIALISTAS PARA FALAR”

VERBATIM

  • Não, desse estilo não.
  • Eu assisto bastante podcasts, mas nenhum é tão informativo quanto esse. Eu vejo sobre celebridades, sobre neuro divergências foi o primeiro que eu ouvi.
  • Como não tenho o costume de assistir e nem ouvir podcasts para mim foi mega interessante.
  • Eu já tinha acompanhado alguns podcasts porque eu gosto muito desse assunto de psicologia.
  • Nome do programa eu não vou lembrar, eu vejo no Youtube eu não escuto tanto no Spotify. Acho que era sobre ansiedade e depressão, não era tão parecido, mas abordava o mesmo tema.
  • Não. Eu não acompanho tanto podcasts.
  • De uma influenciadora que eu não vou me lembrar o nome agora. É Vivi com alguma coisa em inglês. VIVI YOU KNOW ME.
  • Já ouvi programas com formato parecido com esse, mas não com o assunto. Eram sobre esportes. São vários que eles começam falando e depois trazem especialistas para falar como fizeram nesse. Eu assisto em vários canais diferentes como na TNT.

SUGESTÕES DE TEMAS (NOVOS PROGRAMAS)

  • FORAM SUGERIDOS OS TEMAS PARA NOVOS PROGRAMAS. FORAM ELES:

    – PESSOAS NO ESPORTE QUE SOFREM COM NEURO DIVERGÊNCIAS.

    – ABUSO PSICOLÓGICO DO HOMEM EM RELAÇÃO À MULHER E VICE-VERSA.

    – MOSTRAR COMO UMA MÃE PODE DIAGNOSTICAR TRANSTORNOS NUMA CRIANÇA.

    – SOBRE O LADO PSICOLÓGICO DAS MÃES COM FILHOS COM TDH, AUTISMO, SÍNDROME DE DOWN.

    – O UNIVERSO DO CINEMA E DAS NOVELAS

    – SOBRE O RACISMO E A DISCRIMINAÇÃO DE GÊNERO – “PORQUE SÃO DUAS COISAS MUITO IMPORTANTES DENTRO DA SOCIEDADE”.

    – SOBRE PESSOAS TRANS / DISCRIMINAÇÃO DE GÊNERO.

    – BULLYING.

VERBATIM

  • Programas relacionados com esse tipo de coisas que as pessoas sofrem e sobre esportes também que é algo que eu acompanho bastante. Futebol, basquete, em geral todos os esportes.
  • Usar esses mesmos temas de neuro divergência dentro do esporte. Todo mundo quer ser jogador de basquete, de futebol e nem todo mundo consegue, então poderia usar isso.
  • Abuso psicológico tanto do homem para a mulher como da mulher para o homem. Você liga o jornal e é o que você mais vê: homem matando mulher ou mulher matando homem.
  • Como a mãe pode diagnosticar isso (transtornos) numa criança e o psicológico da mãe em TDH, autismo, síndrome de Down. Como amparar uma mãe.
  • Sobre o universo do cinema e das novelas porque é uma coisa que chama muito a minha atenção e a gente não ouve muito falando disso.
  • Algo sobre o racismo e a discriminação de gênero porque são duas coisas muito importantes dentro da sociedade.
  • As pessoas trans sofrem muito na sociedade.
  • Sobre discriminação de gênero.
  • Na linha do preconceito em geral, não só do racismo, mas o preconceito geral, o bullying que muitos sofrem calados e na violência que acontece com nós mulheres.

“CONSELHO(S)” QUE DARIA PARA A EMISSORA (GERAL)

  • NENHUM CONSELHO POR PARTE DOS PARTICIPANTES

VERBATIM

  • Nenhum
Divulga RadCom Sp