Rádio ONDA FM

PESQUISA QUALITATIVA (FOCUS GROUP)
PROGRAMA: “SOM DE PRETA DA QUEBRADA: O FUNK
COMO EMPODERAMENTO FEMININO”
EMISSORA: RÁDIO ONDA
DATA: 05.02.2026 (20h)
QTDE. PARTICIPANTES: 5

PERFIL DEMOGRÁFICO DO GRUPO

  • A REUNIÃO FOI REALIZADA VIRTUALMENTE NA NOITE DE 05.02.2026 (20Hs).
  • O GRUPO ESTAVA COMPOSTO POR 5 PESSOAS, SENDO:

    – 3 MULHERES

    – 2 HOMENS

    – AS IDADES ESTAVAM ENTRE 28 E 48 ANOS

EPISÓDIOS OUVIDOS E DEVICE UTILIZADO

  • OS PARTICIPANTES DO GRUPO OUVIRAM ENTRE 7 E 12 EPISÓDIOS DO PROGRAMA.
  • TODOS UTILIZARAM O TELEFONE CELULAR.

    – HOUVE QUEM TIVESSE OUVIDO ALGUNS DOS EPISÓDIOS (2) NO RÁDIO DO CARRO.

    – OUTROS OUVIRAM ALGUNS EPISÓDIOS DO PROGRAMA NO MOMENTO DA TRANSMISSÃO (“CELULAR”) E OUTROS POSTERIORMENTE PELO YOUTUBE.

VERBATIM

  • Alguns ouvi na rádio pela internet e outros episódios ouvi posteriormente. Foram 12. 4 foram posteriores e 8 ao vivo. Pelo celular.
  • A mesma coisa: sempre pelo celular e às vezes eu acabei ouvindo depois. 8 no total e 4 ouvi depois. 4 eu ouvi ao vivo e 4 depois.
  • Pelo celular 7 e pelo YOUTUBE eu vi 4. Posteriormente.
  • Total de 7. 2 ouvi na rádio porque eu trabalho de motorista e 5 eu assisti pelo YOUTUBE.
  • Eu assisti em torno de 8 episódios pelo YOUTUBE a caminho do trabalho. Celular.

AVALIAÇÃO – DO QUE GOSTOU

  • OS PARTICIPANTES APRECIARAM O CONTEÚDO DO PROGRAMA PELAS SEGUINTES RAZÕES:

    – POR FALAR SOBRE AS MULHERES E COMO SÃO VISTAS, SOBRE O FUNK E SOBRE A COMUNIDADE.

    – A LUTA DAS MULHERES – ELAS TÊM QUE FAZER MAIS ESFOÇO QUE OS HOMENS PARA OBTEREM RECONHECIMENTO.

    – A VARIEDADE DE PESSOAS FOCADAS / ENTREVISTADAS.

    – DA UNIVERSITÁRIA QUE FEZ O TCC SOBRE O TEMA.

    – A HISTÓRIA QUE CADA UMA “TRAZ DOS BASTIDORES”.

    – “IDENTIFICAÇÃO” POR TEREM FREQUENTADO OS MESMOS LUGARES / BALADAS QUE AS ENTREVISTADAS.

VERBATIM

  • Gostei pelas falas que eles falam sobre as mulheres. O funk, a comunidade, como a mulher é vista. Porque eu moro na comunidade, então é bom ouvir pessoas que falam sobre a realidade.
  • Quando eu ouço esse tipo de programa o que mais me chama a atenção é a luta que as mulheres têm não só no funk, mas como um todo para conseguir chegar em algum lugar, muitas vezes elas precisam lutar mais do que os homens. Na música tem esse problema de dizer: ah, o show que a moça fez tinha menos produção que o show dos rapazes. Exatamente porque elas até hoje continuam brigando para ter direitos iguais e é sempre muita luta para chegar em algum lugar. Então, independente de ser da comunidade ou não, as mulheres estão sempre na batalha para conseguir direitos iguais e isso se reflete não só no funk, na comunidade, mas como um todo. O trabalho da mulher é dobrado, ela precisa se dedicar muito mais para conseguir um mínimo.
  • Gostei da variedade de pessoas que foram se apresentando. Eu não gosto muito “putaria” como ela diz.
  • Uma que é universitária, fez TCC, então cada uma mostrou suas dificuldades que veio tendo durante esse percurso e continuam tendo. Várias pessoas diferentes e a mesma batalha, a luta.
  • Eu gostei da parte em que elas começaram a se mostrar, começaram a se empoderar e a história de cada uma por traz dos bastidores. Não é só: elas começaram a cantar. Elas contam a história. Como ela chegou lá, quanto tempo demorou, qual cargo ela ocupou, quantas pessoas…o movimento para empoderar a mulher e tudo o mais. Eu creio que é muito importante o que cada uma fez.
  • Eu fiz uma vez um acompanhamento num lugar e tem uma moça que ela é rapper e ela é negra. Ela falava muito das coisas da comunidade quando ela começou, do preconceito, e assim o que eu vejo que eu gostei é que cada dia mais as mulheres estão lutando.
  • Se você escuta uma música funk o pessoal quer te difamar. Não assim aqueles funks que falem muita putaria, mas esses funks mais normais, mesmo assim a gente é muito rebaixada. Eu achei muito legal a história de cada uma delas e eu também moro em comunidade e sei como é o tratamento da mulher, então é assim: eu gostei muito de cada uma delas.
  • Um lugar que uma delas falou, eu não me lembro o nome dela agora, acho que foi a primeira ou a segunda que falou das baladas que ela cantava, das MCs também que ela conheceu. Eu fui ao show dessas MCs que era a Tati Quebra Barraco, a Valesca Poposuda. A Nitro Night é a balada que ela falou e que eu ia muito, eu ficava todo final de semana nessa balada quando eu era mais nova. Depois que eu arrumei filho eu parei.

AVALIAÇÃO – DO QUE NÃO GOSTOU

  • ALGUMAS (POUCAS) CRÍTICAS FORAM FEITAS:
    – ALGUMAS MCs ENTREVISTADAS PRECISARIAM “CORRER ATRÁS DE ESTUDO”.

    – FOI CITADA ANITA QUE TERIA COMEÇADO “DE BAIXO” E, POR NÃO TER “FICADO SÓ NO PALAVRÃO”, TERIA SE TORNADO UMA EMPRESÁRIA DE SUCESSO.

    – AS GÍRIAS UTILIZADAS – DEVERIAM MELHORAR A “FORMA DE FALAR”.

    – PALAVRÕES UTILIZADOS SERIAM CONSTRANGEDORES PARA OUVIR O PROGRAMA COM FILHOS.

VERBATIM

  • Não tem.
  • Eu diria que não é nem o que eu gostei, eu diria que em algumas situações, talvez possa até parecer preconceito da minha parte, mas você vai dar uma entrevista e você é um MC ou está lutando para se transformar num MC, ocupar um espaço e, às vezes esquece de correr um pouco mais atrás de estudo para conseguir mudar um pouco as gírias, falar um pouco de forma que não seja agressivo. Porque você está ouvindo rádio, mas tem uma família, então tem filho ouvindo. Então é assim: o palavrão e até mesmo melhorar a forma de falar.
  • Seria uma crítica da minha parte, mas não sei por que a pessoa não corre atrás disso. Talvez ela não esteja tendo tempo para isso, mas eu acho que seria importante para o desenvolvimento da carreira dessa pessoa porque ela não está o tempo todo em cima do palco cantando para outras pessoas. Às vezes ela está tendo que lidar com empresários e tudo o mais, então precisa desenvolver um pouco mais o intelectual para ela conseguir quando chegar num ambiente em que tenha que discutir contrato e coisas assim, ter uma fluência melhor.
  • E a gente que está em casa com filho do lado ouvindo o programa…
  • Conhecimento abre portas. É só a gente ter a Anita como referência. Anita não ficou lá só no palavrão, Anita é hoje uma empresária de sucesso, mas para isso ela teve que estudar. Ela é uma pessoa que batalhou porque veio lá de baixo, mas hoje ela não ficou em só fazer o show. Ela correu atrás do desenvolvimento pessoal.
  • Até o momento para mim está tudo tranquilo, eu gostei bastante. Eu ouvi minha sogra ouvindo, então eu peguei com ela e continuei ouvindo, mas até então eu não tinha ouvido falar. 
  • Eu gostei de tudo.
  • O que mais pesa, como disseram, é a forma de falar, as palavras. Mulher tem que ser empoderada, mas queira ou não o que a gente acha bonito na mulher é a parte feminina dela, ser mais delicada na hora de falar.

FORMATO DO PROGRAMA

  • O FORMATO DO PROGRAMA FOI APRECIADO.- ALGUMA RESSALVA FOI FEITA QUANTO À DURAÇÃO DOS EPISÓDIOS – DEVERIAM SER MAIS LONGOS
    PARA O ENTREVISTADO “CONTAR SUAS HISTÓRIAS”.

    – DURAÇÕES SUGERIDAS FORAM DE 40 MINUTOS ATÉ 1 HORA E MEIA POR EPISÓDIO.

    – HOUVE OS QUE ACHARAM A DURAÇÃO ADEQUADA.

    – A DIVISÃO DO PROGRAMA: COMEÇAR PERGUNTANDO, ENTREVISTADO SE APRESENTAR E ABORDAR OS TEMAS.

    – O FATO DO PROGRAMA SER SUSCINTO EVITARIA QUE SE TORNASSE MAÇANTE.

VERBATIM

  • Achei muito bom. O que faltou foi um pouco mais de tempo para cada uma se expressar, contar a história direitinho. Faltou um pouco mais de tempo para cada uma falar o que queria falar. Uma hora para cada uma daria um começo porque é trajetória de 20 anos, 15 anos.
  • Eu achei muito bom. Isso, ser mais longo. Uma hora e meia, duas horas.
  • Nesse formato que tem acho que uma hora e meia, duas horas seria muito, mas 40 minutos talvez para a pessoa explanar um pouco mais as ideias. A luta é tão grande que eu tenho certeza que 40 minutos seriam o suficiente para contar de uma forma mais abrangente.
  • Achei ótimo até o tempo mesmo porque é o tempo que eu levo da minha casa até a escola onde eu trabalho. Bateu certinho.
  • Gostei da forma como foi conduzida a divisão. Ele já começava perguntando, a pessoa se apresentava, vinha alguns temas. Ficou bem dividido e para mim quanto mais suscinto melhor senão fica algo maçante.

O QUE MAIS IMPRESSIONOU

  • ALGUNS PONTOS IMPRESSIONARAM OS PARTICIPANTES, QUAIS SEJAM:

    – A PESSOA QUE FEZ O TCC SOBRE O TEMA – “QUANDO A GENTE PENSA NO FUNK PENSA NUMA COISA MAIS VULGAR, COM MENOS ELOQUÊNCIA.”

    – A HISTÓRIA DE CADA PARTICIPANTE.

    – A HISTÓRIA DAS MULHERES NA COMUNIDADE, NO FUNK.

VERBATIM

  • Foi a pessoa que fez um TCC referente ao tema porque não é fácil você expor isso frente a uma universidade e ela ser uma pessoa bem eloquente pensando no funk porque quando a gente pensa no funk pensa numa coisa mais vulgar, com menos eloquência.
  • A história de cada uma e ficar sabendo que tem esse movimento das mulheres que é uma coisa que eu jamais iria imaginar. Eu não sabia, fiquei sabendo dos movimentos de cada uma por esse programa. Falou da Valesca, da Renata.
  • Dificilmente alguém que não fosse da comunidade iria ter essa iniciativa de estar fazendo uma faculdade e vou falar sobre um tema que para muitos é muito conhecido e para outros é motivo de preconceito. Um TCC é um trabalho muito sério porque é um trabalho de conclusão e ela, mesmo sendo de comunidade, deve ter conversado com muitas pessoas que também  requentam bailes.
  • Independente dela ter se graduado ela pensou em uma coisa que fazia parte da comunidade e do dia a dia dela.
  • Eu conheci (o programa) através de uma amiga minha que sempre escuta rádio e o que me impressionou foi ver a história, achei muito impressionante.
  • A realidade da mulher na comunidade, no funk, em tudo.

O QUE “DESCOBRIU” OUVINDO AO PROGRAMA

  • ALGUMAS DESCOBERTAS FORAM FEITAS PELOS PARTICIPANTES AO OUVIREM OS EPISÓDIOS DO
    PROGRAMA.

    – MOVIMENTO, A LUTA DAS MULHERES.

    – HAVER GRUPOS QUE IRIAM AOS BAILES FUNKS PELA “PANCADARIA”.

VERBATIM

  • Não teve nada.
  • Só esse movimento, a luta delas, que eu não conhecia. Esse tabu que elas tentam quebrar que mulheres não podem cantar funk.
  • Que nos bailes funks tinha um grupo que ia só para a pancadaria, para se envolver na pancadaria. Somente isso que eu não sabia.
  • O lugar de onde ela veio, que ela era da comunidade de onde eu andava: da Fachini, lá na Joaniza. A primeira (entrevistada) cantava lá na Fachini, Joaniza.
  • Isso sobre as batalhas que eles tinham como se fosse rixa e aí juntavam pessoas e formavam um corredor. Isso eu achei um absurdo, eu não sabia que existia esse tipo de coisa até porque eu nunca fui num baile funk. Como é que eu vou me divertir e chego lá e vou bater nas pessoas? Essa parte eu não entendi muito bem.

AVALIAÇÃO – O QUE PODERIA MELHORAR

  • OPORTUNIDADES DE MELHORIAS FORAM CITADAS:

    – TER MAIS PESSOAS / DEPOIMENTOS / PESSOAS COM EXPERIÊNCIAS NOVAS.

    – TEMPO MAIOR PARA ENTREVISTADAS PODEREM FALAR MAIS.

    – DIVULGAÇÃO DO PROGRAMA PARA MAIS PESSOAS PODEREM OUVIR.

    – TER FORMATO DE PODCAST PARA POSSIBILITAR DEBATE.

    – MOSTRAR ESTILOS MUSICAIS DIFERENTES , OUTROS RITMOS – “RAP, BLACK, SAMBA ROCK E COISAS ASSIM”.

    – O FATO DO PROGRAMA FALAR DE MULHERES NEGRAS PARECERIA ESTAR EXCLUINDO AS BRANCAS, OS HOMENS ETC. E NUMA COMUNIDADE TODOS SOFRERIAM IGUALMENTE.

VERBATIM

  • O programa estava falando em empoderamento feminino dentro do funk. Talvez ter variedade, trazer mais pessoas e com experiências novas.
  • Incrementar trazendo histórias novas ou tendo um tempo maior para que eles pudessem falar um pouco mais.
  • Divulgação como eu tinha falado antes. Para mais pessoas ouvirem.
  • Que fosse como um podcast para fazer um debate, estilos de música diferentes porque tem muita gente que tem preconceito com o funk. Como se fosse um debate num podcast.
  • Ter estilos musicais diferentes. Pegar outros ritmos e trazer mais assuntos não só sobre o empoderamento feminino. O programa fala sobre a mulher negra, então quando você intitula a mulher negra é como se você estivesse excluindo a mulher branca, você começa a colocar rivalidades. A mulher negra contra a mulher branca e as duas contra os homens. Eu sei que não é isso, mas é o que aparenta.
  • Numa comunidade não é só a mulher negra que sofre, não é só a mulher branca que sofre, não é só a mulher que sofre. Fica como se você estivesse apoiando só uma causa e desprezando as outras.
  • Acho que as músicas, os ritmos seriam legal se fosse diferente. Rap, black, samba rock e coisas assim.

PROGRAMAS SEMELHANTES

  • OS PARTICIPANTES DO GRUPO NUNCA OUVIRAM QUALQUER PROGRAMA SEMELHANTE.

VERBATIM

  • Não.
  • Na verdade não.
  • Não.
  • Não. Nunca vi um parecido.
  • Nunca ouvi e nem vi.

SUGESTÕES DE TEMAS (NOVOS PROGRAMAS)

  • FORAM SUGERIDOS TEMAS PARA FUTUROS PROGRAMAS DA EMISSORA:

    “A CONQUISTA” – DE UM MODO GERAL COM GENTE QUE JÁ “CHEGOU LÁ”.

    – MESCLAR QUEM ”JÁ CHEGOU” E QUEM AINDA ESTÁ LUTANDO.

    – EMPODERAMENTO FEMININO EM OUTRAS ÁREAS MUSICAIS: SERTANEJO, P.EX.

    – EDUCAÇÃO NA COMUNIDADE.

    – CRIANÇAS ESPECIAIS – AUTISTAS.

VERBATIM

  • Tem alguns temas interessantes. Pessoas que já conquistaram porque nada melhor para passar um ensinamento do que pessoas que já conquistaram, que já trilharam o caminho. Quem não chegou lá, mas está tentando não ajuda muito.
  • A vitória pela luta diária. A conquista de um modo geral. Como conquistar os seus objetivos num contexto geral.
  • Talvez pudesse até continuar com empoderamento feminino, mas numa outra área. O sertanejo, p.ex., quantas duplas de mulheres chegaram lá? Poucas, não é?
  • Mesclar: entrevistar quem já chegou lá e dar oportunidade também para quem está começando para que essa pessoa tenha um pouco de visibilidade.
  • Educação na comunidade eu acho bacana. Tem uns projetos sociais que tem na Zona Sul. Educação está bem complicado, era bom falar sobre.
  • Crianças especiais. Eu tenho um filho autista e o preconceito é muito grande. Não só eu como mãe atípica, mas outras mães atípicas iam gostar muito.
  • A economia do país e a saúde financeira. Uma coisa que abala muita gente e que é essencial.
  • O que fazer com seu dinheiro, o que está acontecendo com nosso país, inflação, é uma coisa que eu gostaria muito de aprender.

CONSELHO(S)” QUE DARIA PARA A EMISSORA (GERAL)

  • NO GERAL, O CONSELHO FOI PARA QUE A EMISSORA CONTINUASSE COMO ESTÁ. ALÉM DE:
    – CONSEGUIR PARCEIROS PARA CUIDAR DA SAÚDE BUCCAL E DA VISÃO DAS PESSOAS DA COMUNIDADE.

VERBATIM

  • Que continue assim. Para mim está ótimo, sempre apresentando novos temas, novidades, eu gosto das músicas que passam.
  • Que continue assim. Eu conheço alguns projetos da rádio que eu acho interessantes. Eles procuram alguns parceiros, empresários para ajudarem na comunidade. Eles dão brinquedos para crianças no Natal, no dia da criança faz aquela festa, aquela algazarra. Pascoa. Conseguir alguns parceiros para ajudar na saúde bucal, saúde visual, porque a comunidade é muito carente nisso.
  • Divulgação para alcançar mais pessoas, mais ouvintes.
  • Que continue com o trabalho deles e que tenha mais divulgação do trabalho deles por meio de Instagram, Tik Tok, Facebook e que eles possam cada dia mais vir com coisas novas para a gente.
  • Eu diria que ela está no caminho certo e que ela tem uma audiência boa que já chega em vários lugares. Continuar no caminho que está.
Divulga RadCom Sp