Rádio STAR SUL FM

PESQUISA QUALITATIVA (FOCUS GROUP)
PROGRAMA: “LITERATURA NEGRA E PERIFÉRICA”
EMISSORA: STAR SUL
DATA: 12.02.2025 (25h)
QTDE. PARTICIPANTES: 7

PERFIL DEMOGRÁFICO DO GRUPO

  • A REUNIÃO FOI REALIZADA VIRTUALMENTE NA NOITE DE 12.02.2025 (20H).
  • O GRUPO ESTAVA COMPOSTO POR 7 PESSOAS, SENDO:
    – 5 MULHERES
    – 2 HOMENS
  • AS IDADES ESTAVAM ENTRE 24 E 32 ANOS

EPISÓDIOS OUVIDOS E DEVICE UTILIZADO

  • OS PARTICIPANTES DO GRUPO OUVIRAM ENTRE 6 E 8 EPISÓDIOS DO PROGRAMA.
  • TODOS OUVIRAM O PROGRAMA DEPOIS DA SUA “TRANSMISSÃO”.
  • A MAIORIA UTILIZOU O TELEFONE CELULAR, MAS O COMPUTADOR TAMBÉM FOI USADO.

VERBATIM

  • Eu escutei pelo site da rádio, no meu telefone e foi posteriormente. Foram 6.
  • Escutei pelo meu celular, uns 7 episódios e eu não consegui escutar ao vivo.
  • Ouvi de 7 a 8 episódios pelo site da rádio. 8. Pelo celular.
  • Eu assisti 7 episódios no site da rádio pelo celular. Posteriormente.
  • Eu escutei 7 e pelo celular, posteriormente.
  • Eu costumo escutar pelas manhãs depois do meu devocional, foi pelo celular e também posteriormente.
  • Escutei posteriormente, 7 episódios e comecei o 8º, mas parei nos 5 ou 6 minutos. Pelo site da rádio pelo computador enquanto trabalhava.

AVALIAÇÃO – DO QUE GOSTOU

  • OS PARTICIPANTES DO GRUPO GOSTARAM MUITO DOS EPISÓDIOS DO PROGRAMA. OS PONTOS DESTACADOS FORAM:
  • LOCUTORA SER DIDÁTICA.
  • O FATO DE TER POSSIBILITADO CONHECER POETISAS NEGRAS BRASILEIRAS.
  • RAPAZ QUE FALA DO ABUSO DE UM PADRASTO
  • PORQUE CADA EPISÓDIO TROUXE UMA PAUTA DIFERENTE DA LITERATURA NEGRA.
  • EPISÓDIO SOBRE MARIA CAROLINA.
  • SABER QUE ANTIGAMENTE APENAS PESSOAS PRIVILEGIADAS ERAM ALFABETIZADAS.
  • EPISÓDIO SOBRE MARIA FIRMINA.
  • EPISÓDIO SOBRE MELISSA DINDA: GOSTOU DO PROCESSO DE CRIAÇÃO DA ESCRITORA.
  • O FATO DE NÃO SEREM APENAS POETAS E ESCRITORES, MAS ATIVISTAS.

VERBATIM

  • Gostei de muita coisa. O primeiro episódio foi que me prendeu. A locutora eu achei muito didática, envolveu com as histórias. As mulheres na literatura foi o que mais me prendeu. Do 3º para o 4º eu fui ficando. Gostei muito das histórias, da oralidade, das músicas. Gostei muito de conhecer mulheres, poetisas negras brasileiras. Eu peguei nomes de livros para poder procurar e ler depois.
  • Gostei muito também de um rapaz de um episódio em que ele fala do abuso de um padrasto. Aquilo me pegou muito. Achei muito legal.
  • Cada episódio trazendo uma pauta diferente da literatura negra na periferia. Adorei mesmo.
  • Eu gostei muito do 2º episódio que, se não me engano, era sobre a Maria Carolina que nos mostra o quanto a literatura serve como uma denúncia nessa transformação social. Em um momento eu cheguei até a pedir um dos livros dela que é o Quarto de Despejo que ela utiliza como uma crítica na, desculpe o termo, favela. Hoje utilizamos a comunidade. Ela nos mostra os dois lados. Ela nos mostra que a partir da realidade vivida por ela em que ela era discriminada pela elite de São Paulo e, na própria favela ela sofria o preconceito dos que estavam no mesmo lugar que ela.
  • Eu gostei bastante, mas o que mais me chamou a atenção foi que as pessoas que eram alfabetizadas lá atrás eram as pessoas que tinham mais privilégios e isso não era passado para todos como hoje que a maioria das pessoas tem acesso ao ensino, pelo menos o básico. Muita gente não tem acesso a literatura e também não tem interesse então uma forma de acessar isso foi através do rap porque aí não fica aquela coisa somente lida, fica ouvida também. Se torna até mais fácil de entender e eu gostei bastante de tudo isso.
  • Hoje muita coisa precisa mudar, mas a gente está num caminho bem melhor do que antigamente.
  • Dos 7 episódios que eu ouvi eu gostei um pouco de todos principalmente porque com essa vasta tecnologia a gente não procura saber muita coisa sobre a literatura hoje, só entrando nesses sites da rádio STAR SUL. Para mim o episódio que mais me marcou foi o 1º que falava da Maria Firmina. Eu não tinha noção do quanto ela tinha sido importante para a literatura, por ter sido a primeira romancista negra do Brasil. O que mais me impactou foi a coragem dela na época abordar um tema tão arriscado que era a escravidão e a sua abolição. Ela mesmo tendo sido silenciada por tanto tempo, escreveu e expressou o que ela precisava pela literatura e ela fundou uma escola, a primeira escola gratuita e mista do Maranhão. Foi uma mulher que revolucionou a história da literatura. 
    • Teve um episódio que, se não me engano, era o 11 que fala que a MELISSA DINDA foi uma escritora de Moçambique, uma negra africana que faz parte dessa nova geração de escritores. Achei esse episódio muito inspirador pelo fato dela ser uma escritora jovem, talentosa e ela compartilha muito a sua trajetória e ela fala como desenvolveu o hábito da leitura com base em tradicionais e como a escrita se tornou uma forma de expressão para ela e é interessante que ela não se importa em ter um livro físico, ela se importa em trazer de alguma forma, independente de como for o que ela tem para falar.
    • Achei fascinante ela explicar o processo de criação dela, como ela se isola para entrar nesse mundo dela.
    • Ela é atual, mas eu não conhecia e a rádio me proporcionou a me aprofundar na história dela.
    • Eu gostei muito de todos os que eu ouvi e são histórias tão antigas e que falam da realidade de muitos hoje em dia. A Carolina mesmo: numa parte do podcast falam que ela não manteve o casamento dela e que ela estava olhando para os vizinhos e ela preferia manter a vida dela solteira, cuidando dos filhos dela do que estar dentro de um relacionamento tóxico.

    E uma coisa que eu notei nos podcasts que eu ouvi é que eles não foram só poetas, eles foram ativistas. Eu achei muito interessante. Minha avó, que é negra, ouviu alguns episódios junto e ela gostou também.

    • Teve um episódio que, se não me engano, era o 11 que fala que a MELISSA DINDA foi uma escritora de Moçambique, uma negra africana que faz parte dessa nova geração de escritores. Achei esse episódio muito inspirador pelo fato dela ser uma escritora jovem, talentosa e ela compartilha muito a sua trajetória e ela fala como desenvolveu o hábito da leitura com base em tradicionais e como a escrita se tornou uma forma de expressão para ela e é interessante que ela não se importa em ter um livro físico, ela se importa em trazer de alguma forma, independente de como for o que ela tem para falar.
    • Achei fascinante ela explicar o processo de criação dela, como ela se isola para entrar nesse mundo dela.
    • Ela é atual, mas eu não conhecia e a rádio me proporcionou a me aprofundar na história dela.
    • Eu gostei muito de todos os que eu ouvi e são histórias tão antigas e que falam da realidade de muitos hoje em dia. A Carolina mesmo: numa parte do podcast falam que ela não manteve o casamento dela e que ela estava olhando para os vizinhos e ela preferia manter a vida dela solteira, cuidando dos filhos dela do que estar dentro de um relacionamento tóxico.

    E uma coisa que eu notei nos podcasts que eu ouvi é que eles não foram só poetas, eles foram ativistas. Eu achei muito interessante. Minha avó, que é negra, ouviu alguns episódios junto e ela gostou também.

AVALIAÇÃO – DO QUE NÃO GOSTOU

 

VERBATIM

  • De verdade, sendo bastante sincero, acho que não teve nada.
  • Eu tive resistência em focar em alguns episódios por conta desse ritmo, dessa entonação (da locutora). 

FORMATO DO PROGRAMA

  • O FORMATO DO PROGRAMA FOI CONSIDERADO:
  • DINÂMICO.
  • DEU SENSAÇÃO DE ESTAR NUMA MESA COM AMIGOS.
  • FORMATO PERMITE OUVIR O PROGRAMA ENQUANTO SE DESLOCA.
  • ALGUMAS CRÍTICAS FORAM FEITAS.
  • ALGUNS EPISÓDIOS SERIAM REDUNDANTES – ALGUMAS COISAS TERIAM SIDO REPETIDAS SEM NECESSIDADE.
  • TER ALGUNS EPISÓDIOS MAIS LONGOS.
  • UM DOS PARTICIPANTES, ENTRETANTO, ACHOU ISSO NORMAL UMA VEZ QUE HÁ ASSUNTOS / TEMAS QUE SÃO NATURALMENTE MAIS LONGOS DO QUE OUTROS.

VERBATIM

  • Eu achei legal. A única coisa que eu achei foi que alguns ficaram mais longos, mas tirando isso.
  • Como eu falei: eu gostei muito, eu me senti como numa mesa com amigos como se fosse uma conversa e um ou outro episódios foi mais longo, mas acaba sendo normal porque nenhuma história tem a mesma quantidade que a outra.
  • Achei o formato bem dinâmico. Como ela falou, em alguns momentos eu me senti numa mesa, numa conversa, com amigos. Achei bem legal esse formato.
  • Eu achei ótimo, eu gosto desse formato deles. Você pode ouvir indo para algum lugar, você não precisa ficar parado ouvindo.
  • Eu achei o formato muito bom. Você pode se locomover e estar aprendendo em todo momento.
  • Gostei muito. É realmente como se você estivesse ali conversando com o entrevistado e depois ver a obra do entrevistado para ver o peso que ele tem.

O QUE MAIS IMPRESSIONOU

  • ALGUMAS COISAS IMPRESSIONARAM OS PARTICIPANTES.
  • VER QUE ATUALMENTE AINDA HÁ UMA PARTE DA SOCIEDADE QUE SOFRE.
  • SER POSSÍVEL APRENDER COM HISTÓRIAS DE OUTRAS PESSOAS.
  • A IMPORTÂNCIA DA LITERATURA EM TODOS OS MOMENTOS DA HISTÓRIA / SOOCIEDADE.
  • A LITERATURA TER CONSEGUIDO ENTRAR NA PERIFERIA PELA MÚSICA / ORALIDADE.
  • OS AUTORES TENTAREM ATINGIR SEUS PÚBLICOS DE DE DIVERSAS FORMAS (NÃO APENAS COM LIVROS).
  • SABER QUE A AUTORA, POETA BRASILEIRA, FOI NEGRA (1º EPISÓDIO).
  • POEMA SOBRE ABUSO DE CRIANÇAS.

VERBATIM

  • Você olhar para os dias atuais e ver que mesmo com toda essa luta nós somos ainda muito privilegiados e ainda tem uma parte da sociedade que sofre muito com pontos, com pautas desde lá detrás. Você vê que existe uma luta muito grande pela frente para que se possa chegar a uma certa igualdade.
  • A forma que eu percebi que é uma coisa que a gente não observa, a literatura…a gente entende que só aprende lendo com um caderno numa sala de aula e a gente aprende com histórias de outras pessoas.
  • Como a literatura foi importante para todos os momentos da sociedade. A literatura esteve presente em todos os momentos, tanto lá desde a abolição da escravatura com a Maria Firmino como o episódio 4 que fala como a literatura conseguiu adentrar na periferia pela música, pela oralidade.
  • Como os autores tentam de todas as formas alcançar todos os públicos mesmo os que não tem muito acesso à internet, buscam ensinar não só com livros, ensinam com a música, com a poesia e faz com que prendam as pessoas a ouvir mais, a procurar mais sobre literatura no geral.
  • Teve 2 pontos: de início, no 1º episódio foi saber que a autora, poeta, brasileira, foi negra. Achei isso incrível, como nós negros estamos inseridos dentro da história. Isso foi o que me prendeu durante toda a série.
  • A outra coisa que me impressionou foi o poema, acho que foi no 7º episódio de como ele transmitiu a verdade sobre abuso infantil. Gente: eu me emocionei com aquele poema, eu chorei, eu quis orar a deus, eu quis salvar todas as crianças, eu quis ir em cada lar. Como foi forte, como foi necessário.  
  • Também foi a narrativa contada em todos os episódios, a mulher negra, as fragilidades.
  • Fiquei muito encantada com todas as histórias e acho muito necessário para a sociedade ter um programa como esse. Mas o que mais me pegou foi que são histórias tão antigas e que a gente vê até hoje na nossa realidade.

O QUE “DESCOBRIU” OUVINDO AO PROGRAMA

  • ALGUMAS DESCOBERTAS FORAM FEITAS PELOS PARTICIPANTES DO GRUPO AO OUVIREM O PROGRAMA.
  • RAZÃO DE SER DO NOME EMBU DAS ARTES.
  • QUE UMA DAS PRIMEIRAS ESCRITORAS BRASILEIRAS ERA NEGRA.
  • AUTORES UTILIZAREM A LITERATURA COMO MANIFESTO.
  • MARIA CAROLINA DE JESUS.
  • MARIA FIRMINA.
  • QUE QUARTO DE DESPEJO FOI TRADUZIDO PARA 16 IDIOMAS.

VERBATIM

  • Foi do Solano. Eu não sabia que era Embu, foi Embu e por conta dos artistas foi Embu das Artes.
  • Eu não sabia que uma das primeiras escritoras foi uma mulher negra, a Maria Firmina. Eu não sabia. Acho que tudo o que eu ouvi eu descobri porque eu não sabia. São coisas que a gente aprende quando é muito novo na escola e não tem cabeça suficiente para absorver as informações. Acho que eu descobri o que é literatura nesses episódios.
  • Basicamente tudo. Sobre a cidade de Embu das Artes.
  • De como os autores utilizavam e utilizam a literatura como uma forma de manifesto. Uma forma de se manifestar, manifestar suas insatisfações, seus desejos. Em alguns episódios eles citam…no episódio da Maria Carolina ela cita que na comunidade onde ela morava, no Canindé, ela precisava muitas vezes utilizar a literatura como uma forma de se proteger, ela chegava a usar de ameaça com. alguns vizinhos dizendo, p.ex., “eu vou te expor porque as coisas não devem funcionar dessa forma”.
    • Me surpreendi em várias partes, a literatura na história do Brasil fazendo algumas denuncias, mostrando algumas épocas bem tristes com a questão da escravidão no nosso país. Tinha muita coisa que eu não sabia: da Maria Carolina de Jesus, da Maria Firmina. Se a gente for ver só a educação básica das escolas, os professores não se aprofundam tanto nisso.
    • Para falar a verdade eu sabia de pouca coisa porque na época de escola literatura não era o meu forte porque eu achava que eram chatas as aulas. Depois que eu fui crescendo eu fui me aprofundando mais em podcasts. Agora estou mais antenada.

    Muita coisa: essa parte da primeira poeta, descobri sobre Embu das Artes. E o que eu achei impressionante foi que o livro QUARTO DE DESPEJO foi traduzido em 16 línguas, muito estudado. Eu fiquei até interessada.

AVALIAÇÃO – O QUE PODERIA MELHORAR

  • ALGUMAS OPORTUNIDADES DE MELHORIAS FORAM MENCIONADAS.
  • DEVERIA TER VÍDEOS NO INSTAGRAM E TIK TOK COM ESSE MESMO CONTEÚDO.
  • MANTER O FORMATO ATUAL PARA ALGUNS PÚBLICOS.
  • EPISÓDIOS MAIS CURTOS E COM UM FORMATO VISUAL.
  • TER IMAGENS NO CAMPO DO SITE EM QUE SE DÁ PLAY NO EPISÓDIO.
  • SER MAIS MULTIPLATAFORMA.
  • AS ENTREVISTAS ESTAREM NO YOUTUBE PARA SEREM ASSISTIDAS.

VERBATIM

  • Eu achei muito interessante todo o conteúdo. Nos dias de hoje a nossa geração é muito imediatista, muito vídeo de 15 minutos. Empresas que faziam a elaboração de um comercial de 1, 2 minutos estão tendo que se sujeitar a reels, stories, para poder chamar a atenção da população. Então eu acho que o vídeo no Instagram com o áudio, com todas essas informações. Eu gostaria que isso (o programa) estivesse nos meus conteúdos virtuais. Não que eu precisasse procurar fora, como agora que eu procurei e entrei na rádio STAR SUL. Eu gostaria de ouvir essas histórias dentro do meu Tik Tok, do meu Instagram com imagens passando ali.
  • Tinha que criar algo mais interativo com o público de hoje.
  • Acredito que tenha que manter esse formato porque tem pessoas…a minha vó, por exemplo, ela não tem celular igual ao nosso atualizado. Então eu acho que tinha que manter esse formato (atual) e também levar para outras plataformas no formato de podcast vídeo porque pode ser que atraia mais público jovem.
  • Eu acho justamente o que elas falaram, o que elas colocaram em pauta. Hoje a gente vive com muita pressa de tudo, então meu dia é muito corrido. Se fosse algo mais simplificado, mais acessível, não algo que a gente busca, mas algo que apareça. Para a gente fica mais fácil ter acesso à essa informação.
  • Acho que poderia fazer os episódios mais curtos, sei lá, blocos do mesmo assunto de 30 segundos e talvez ter algo mais visível sem precisar entrar no site. E de uma forma mais visual também.
  • Eu acho talvez poderia ter um campo no site onde você dá o play onde passasse algumas imagens para fazer com que mergulhássemos mais no que está sendo ouvido porque somos muito visuais e a questão também do enredo: ter um início, um meio e um fim. O primeiro autor fazer a crítica do elitismo, o segundo esse lado mais social dentro da comunidade, o terceiro autor finalizando, trazendo o avanço que teve desde o início até os dias atuais.
  • Eu acho que deveria ser mais multiplataforma. A questão do audiovisual eu acho legal. A entrevista para assistir no youtube, ou quem sabe uma peça de teatro inspirada nessas histórias.

PROGRAMAS SEMELHANTES

  • NÃO FORAM MENCIONADOS PROGRAMAS PARECIDOS, EXCETO POR UM PARTICIPANTE QUE MENCIONOU PODCASTS NO SPOTIFY.

VERBATIM

  • Nunca.
  • Já. Eu costumo ouvir alguns programas parecidos no SPOTIFY. Eu não tenho um fixo. Não vou conseguir citar.
  • Com esse tema não. Nunca.
  • Não. Primeira vez.
  • Eu ouço bastante podcast, mas nenhum programa assim.
  • Não.

SUGESTÕES DE TEMAS (NOVOS PROGRAMAS)

  • FORAM SUGERIDOS ALGUNS TEMAS PARA PROGRAMAS FUTUROS DA EMISSORA.
  • POLÍTICA (3 MENÇÕES)
  • SAÚDE.
  • ESPORTES EM GERAL, MAS COM ÊNFASE EM FUTEBOL.
  • HISTÓRIA (SOBRE OS NEGROS)
  • LITERATURA – OUTROS AUTORES.
  • HISTÓRIA DAS SÉRIES.
  • PROGRAMA SOBRE CRIMES REAIS (COMO A SÉRIE DA NETFLIX).

VERBATIM

  • Sobre política (3 menções) eu acho muito interessante.
  • Saúde também.
  • Esportes. Em geral, mas mais futebol.
  • História. Sobre os negros.
  • Mais sobre literatura. Falar sobre outros autores.
  • Séries. O que há por trás da série. A história de uma série.
  • Não senti falta de nada na STARSUL.
  • Eu sou da área jurídica e gostaria muito que a rádio abordasse temas voltados a isso, como aquela série da Netflix que aborda diversos crimes que aconteceram aqui no Brasil: o caso Nardoni, Elisa Natsunaga. Seria interessante.

“CONSELHO(S)” QUE DARIA PARA A EMISSORA (GERAL)

  • ALGUMAS RECOMENDAÇÕES FORAM DADAS À EMISSORA.
  • INVESTIR NAS REDES SOCIAIS PARA AUMENTAR SEU PÚBLICO (INSTAGRAM) / INVESTIR EM PLATAFORMAS QUE ESTÃO MAIS EM ALTA PARA ATRAIR MAIS PÚBLICO / MAIS JOVENS / ADOLESCENTES.
  • FAZER PESQUISA – “ABRIR UMA CAIXINHA DE PERGUNTAS PARA AS PESSOAS DIZEREM O QUE GOSTARIAM NO PRÓXIMO PROGRAMA”.

VERBATIM

  • Poderia investir um pouco mais em redes sociais, Instagram. Até mesmo para atingir um público maior.
  • Eu gosto de ouvir. Acho que não consigo dar nenhum conselho. Ela está seguindo os padrões corretos.
  • Nenhum conselho não. Acho que está tudo certo. Um conselho que eu daria seria ter uma plataforma visual.
  • Acho uma rádio com valores muito claros. Acho só que deveria investir nessas plataformas que a gente falou que estão mais em alta no momento e que atrairia mais público, mais jovens, chegar nos adolescentes.
  • O que eu procuro está ali, eu amo tudo da rádio.
  • Acho que não faria mal nenhum se a rádio acompanhasse a tecnologia, a forma como a informação está correndo atualmente por outras plataformas, outros formatos.
  • Fazer uma pesquisa para o próximo tema. Abrir uma caixinha de perguntas para as pessoas dizerem o que gostariam no próximo.
Divulga RadCom Sp